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Planejamento detalhado da primeira viagem ao Japão com roteiro, orçamento e ferramentas

Como Planejei Minha Primeira Viagem ao Japão e Deu Tudo Certo

Em outubro de 2023, eu fiz minha primeira viagem ao Japão. 21 dias, com amigos, gastando muito menos do que a maioria das pessoas gasta numa viagem similar. Não foi sorte. Foi planejamento obsessivo.

Eu sou programador. Meu cérebro funciona em listas, planilhas e otimização. Quando decidi ir ao Japão, levei MESES estudando o destino, montando roteiros, comparando opções, calculando custos. O resultado: uma viagem onde quase nada deu errado, e eu gastei muito menos que outros brasileiros gastam em viagens MUITO mais curtas.

Este post é diferente da maioria dos guias de viagem que você vai encontrar. Aqui eu compartilho as ESTRATÉGIAS REAIS que usei, decisões específicas que tomei, e os “macetes” que descobri estudando antes. Se você está planejando sua primeira viagem ao Japão e quer fazer dar certo desde a primeira tentativa, este é o post que eu queria ter encontrado em 2023.

Para o roteiro completo que segui, veja aqui. E para o guia técnico atualizado para 2026, veja este post.

O contexto: por que outubro de 2023

Outono no Japão em 2023, escolha estratégica para evitar lotação e calor

Antes de explicar as estratégias, vamos ao “por quê” da época. Eu escolhi outubro de propósito, não foi acaso:

Clima: Outubro tem temperaturas amenas (15-22°C). Frio o suficiente para usar casaco leve, mas longe do calor sufocante de julho/agosto ou do frio cortante de janeiro. A temperatura ideal pra andar 15-25 km por dia, que é o que você faz no Japão.

Chuva: Outubro está fora da temporada de chuvas (junho-início julho) e dos tufões (agosto-setembro). Você não vai ter dias arruinados por chuva torrencial.

Lotação: Está entre o fim do verão e o início da temporada das folhagens. Muito menos turistas que abril (cerejeiras), julho-agosto (férias japonesas), ou dezembro (Natal/Ano Novo japonês). Você consegue tirar fotos sem multidões no fundo.

Folhagens (momiji): No final de outubro, as árvores começam a ficar vermelhas e douradas. Não é o pico do momiji (que é em novembro), mas você pega as cores em transição eu acho lindíssimo, e tem aquele charme nostálgico que combina com o Japão tradicional.

Bônus pessoal: Para quase todo país do hemisfério norte, outubro é a melhor época pra viajar (clima, preço, lotação). É um padrão que eu sigo em todas as minhas viagens internacionais.

Veja mais sobre estações no post Tóquio vs Quioto: Qual é Melhor.

Estratégia #1: Otimizei o roteiro ao máximo

Antes de comprar a passagem, eu montei o roteiro INTEIRO. Não comprei passagem para “ver o que dava” eu sabia exatamente quais cidades visitaria e quantos dias em cada uma.

Como otimizei:

Pesquisei tempos REAIS de deslocamento entre cidades (não os otimistas que blogs colocam). Tóquio → Quioto em Shinkansen são “2h15min”, mas com o tempo de chegar na estação, esperar o trem, baldear no destino, na real são 3-4 horas porta a porta.

Agrupei cidades por região para minimizar back-and-forth. A região de Kansai (Quioto, Osaka, Nara, Kobe) eu visitei de uma vez, sem voltar para Tóquio no meio. Hiroshima e Miyajima foram outro grupo, à parte.

Distribuí dias proporcionais à demanda da cidade. Tóquio é gigantesco não dá pra fazer em 3 dias. Quioto tem dezenas de templos também não. Já cidades menores (Nara, Miyajima) bate-volta basta.

Reservei “dias livres” em cada cidade. Não enchi cada minuto. Programar 100% do tempo é receita para se sentir cansado e não absorver nada. Deixei pelo menos 1 dia “vago” em Tóquio e 1 em Quioto.

Para o roteiro completo que segui, veja aqui.

Estratégia #2: Estudei TODOS os menus de restaurante online ANTES de ir

Pesquisando menu de restaurante japonês no Google Maps antes de visitar, estratégia para quem não fala japonês

Esse foi meu maior hack da viagem. Como só falo inglês (e a maioria dos japoneses fala muito pouco inglês), eu não queria depender de interação verbal em restaurantes.

O que eu fazia:

  1. Antes da viagem, listei restaurantes que queria visitar em cada cidade (pesquisei em blogs, vídeos, Reddit)
  2. Abri cada um no Google Maps e cliquei em “Menu” ou explorei as fotos dos usuários
  3. Decidi o que queria pedir ANTES de entrar. Sabia o nome em japonês (ou pelo menos como ele aparecia no menu) e o preço aproximado.
  4. Chegava no restaurante, apontava o que queria no menu (ou na máquina de tickets), pagava, comia.

Tempo de interação verbal real: menos de 10 segundos por refeição.

Isso me poupou:

  • Tempo: sem ficar lendo cardápio sem entender no momento
  • Estresse: sem aquela ansiedade de “será que vou pedir errado?”
  • Dinheiro: sabia exatamente quanto ia gastar (sem surpresas)

Bônus: descobri que muitos restaurantes japoneses funcionam por máquina de tickets (você compra o ticket na máquina ANTES de entrar, sentar, entregar para o atendente). Praticamente zero interação. Procure por essas máquinas — geralmente é sinal de comida boa e barata.

Para mais dicas de comida econômica, veja meu post sobre como comer barato no Japão.

Estratégia #3: Comprei JR Pass de 21 dias com TIMING estratégico

Shinkansen no Japão, JR Pass usado estrategicamente para otimizar economia

Como minha viagem foi de 21+ dias, com vários trechos entre cidades distantes, o JR Pass fazia muito sentido. Mas eu usei uma estratégia que poucas pessoas pensam: otimizei o TIMING da ativação do passe.

Como funcionou:

Eu tinha 21+ dias de viagem, mas o JR Pass mais longo é de 21 dias. Então, em vez de ativar logo na chegada e desperdiçar dias do passe em locais onde a JR não atende bem, eu planejei o roteiro em 3 fases:

Fase 1 (início, antes de ativar o JR Pass): Fiquei em Tóquio explorando a cidade. Para Tóquio, você usa principalmente metrô e linhas privadas (não JR), então não fazia sentido gastar dia do JR Pass aqui.

Fase 2 (com JR Pass ativo – todos os 21 dias): Quando saí de Tóquio para outras cidades, ativei o passe. Usei intensivamente: Tóquio → Fujikawaguchiko → Hiroshima → Osaka → Quioto→ Nagoya → Shinshiro→ Minobu → volta para Tóquio.

Fase 3 (fim, depois do JR Pass): Voltei a Tóquio para os últimos dias e usei só transporte local (metrô).

O resultado: Aproveitei 100% dos 21 dias do JR Pass em trechos onde ele era essencial. Não desperdicei nenhum dia em transporte local de Tóquio.

Em 2023 o JR Pass de 21 dias custava ¥59.350 (cerca de R$ 2.000). Em 2026 custa ¥100.000 (R$ 3.400) — subiu 70%. Mesmo assim, para viagens longas como a minha, ainda pode compensar dependendo do roteiro. Mas faça as contas para o SEU roteiro específico.

Para entender as mudanças, veja meu post sobre se o JR Pass ainda vale a pena e use a calculadora do Planejador de Viagem.

A lição: O segredo do JR Pass não é só “comprar ou não comprar”. É QUANDO ATIVAR. Para viagens longas que começam ou terminam numa cidade onde você não vai usar Shinkansen, postergue a ativação para maximizar o aproveitamento.

Estratégia #4: Chip japonês recebido no aeroporto

Eu sabia que Wi-Fi público no Japão é uma luta. Cadastros chatos, conexão instável, fora do alcance do metrô.

O que fiz em 2023: Comprei online um chip da Sakura Mobile para retirar no aeroporto quando cheguei. Na época, meu celular não tinha suporte a eSIM, então essa era a melhor opção.

Como funcionou:

  • Comprei online no site da Sakura Mobile algumas semanas antes da viagem
  • Eles enviaram instruções para retirar no balcão do aeroporto de Narita
  • Cheguei, peguei o chip, inseri no celular, internet funcionando em 2 minutos

Vantagens:

  • Internet 4G estável em todo o Japão
  • Google Maps funcionando o tempo todo
  • Google Translate disponível 24/7
  • WhatsApp para coordenar com os amigos

Em 2026, com celulares novos suportando eSIM, eu usaria eSIM (a própria Sakura Mobile oferece eSIM agora, além de Airalo, Holafly, Nomad). É mais prático: ativa direto pelo celular, sem precisar trocar chip físico, sem perder o chip brasileiro.

Custo: Na época foi algo em torno de R$ 100-150 para 21 dias com internet ilimitada. Para 2026, eSIMs custam R$ 50-150 dependendo da quantidade de dias e GB.

Para escolher o melhor para sua viagem, veja meu comparativo de chips internacionais.

Estratégia #5: Usei o tax-free de forma inteligente

O tax-free japonês permite descontar 10% das compras acima de ¥5.000 (em 2023). Eu usei pra valer.

Como eu fazia:

Acumulava compras em lojas grandes, especialmente Don Quijote, Bic Camera e Yodobashi Camera. Em vez de comprar coisas pequenas em várias lojinhas, eu listava o que precisava e ia em UMA loja de cada vez, fazendo a soma passar dos ¥5.000.

Apresentava passaporte no caixa. O processo é simples, passaporte, eles registram digitalmente, você assina um documento e o desconto é aplicado.

Sabia o que estava comprando. Em Akihabara para figures, já chegava sabendo modelo, versão e preço esperado (pesquisei tudo antes). Não dependia de assistência.

Em 2026 isso vai mudar: O sistema tax-free passa para reembolso no aeroporto a partir de novembro de 2026. Leia tudo sobre as mudanças no tax-free japonês.

E sobre trazer figures do Japão, escrevi um post completo: Como Levar Figures do Japão para o Brasil.

Estratégia #6: Distribuí Akihabara em vários dias

A maioria das pessoas vai em Akihabara um dia inteiro e acha que conheceu. Erro. Akihabara é gigantesca. Você precisa ir várias vezes.

Como eu fiz:

Dia 1 em Tóquio: Akihabara para reconhecimento. Andei pelas ruas principais, identifiquei as lojas grandes (Yodobashi Camera Akiba, Mandarake, AmiAmi, Surugaya), mas comprei pouco. Estava entendendo o terreno.

Dia 2 em Tóquio: Fui de novo a Akihabara com lista específica. Sabia exatamente onde estava cada coisa que queria comprar.

Dia 3 em Tóquio (último): Voltei UMA terceira vez para comprar as coisas que decidi querer DEPOIS de pensar (impressionante quantas peças você acha que quer e depois decide que não, vice-versa).

Bônus: ir várias vezes me deu uma experiência muito mais legal. Em vez de “Akihabara checked”, eu conhecia o bairro. Sabia onde tinha bons cafés, qual loja tinha a melhor seleção, qual restaurante de ramen valia a parada.

Para mais sobre figures, veja minha ferramenta de busca de figures com IA.

Estratégia #7: Planilha online + cópia impressa

Eu fiz um roteiro detalhado por dia, mas com flexibilidade. Não era “às 8h: café. Às 8:30: metrô. Às 9h: templo X”. Era mais como:

Manhã: templo Senso-ji + Asakusa Tarde: Akihabara Noite: Shinjuku golden gai (izakaya)

Cada bloco tinha 3-4 horas. Dentro do bloco, eu podia ajustar conforme o ânimo.

A ferramenta que usei: Google Docs + Sheets — versão online + IMPRESSA.

Versão online: Acessível pelo celular durante a viagem (com internet do chip), com todas as informações detalhadas: endereços, links do Maps, horários de funcionamento, preços previstos, observações.

Versão impressa: Levei uma cópia em papel da planilha resumida. Por quê? Backup para o caso de bateria do celular acabar, sinal de internet ruim, ou para consultar rapidamente sem precisar destravar o celular.

O que tinha na planilha:

  • Roteiro dia a dia
  • Endereços dos hotéis com links do Google Maps
  • Contatos de emergência (consulado brasileiro em Tóquio, hotéis)
  • Lista de “must-do” e “nice-to-have” por cidade
  • Orçamento estimado
  • Lista de compras prevista
  • Cardápios de restaurantes pré-pesquisados (com prints)
  • Senha do Wi-Fi de cada hotel
  • Códigos QR de bilhetes comprados

Como faria hoje: Continuo usando Google Docs/Sheets eles continuam ótimos. Já testei Notion e não me dei bem (acho confuso para esse uso). Sinceramente, estou pensando em desenvolver minha própria ferramenta para planejamento de viagem algo mais focado, com offline mode embutido, lista de compras, checklist e orçamento numa só interface. Talvez seja uma futura ferramenta do Adventures4Nerds.

Por enquanto, nosso Gerador de Roteiro com IA é uma ótima ferramenta para gerar a base do seu roteiro. Depois você pode exportar para PDF (versão paga) e levar impresso, como eu fiz em 2023.

Estratégia #8: Não tentei “ser local”

Vejo muito brasileiro tentando se virar de “japonês” no Japão. Aprender frases super específicas, comer só comida exótica, evitar pontos turísticos famosos porque “são turísticos demais”.

Minha abordagem foi diferente: Eu sou turista. Vou ser tratado como turista. Vou visitar pontos turísticos famosos PORQUE eles são famosos por algum motivo. Vou comer coisas que eu sei que amo (e algumas novas, sim, mas sem forçar).

O que isso me poupou:

  • Não gastei energia tentando me passar por algo que não sou
  • Aproveitei MUITO os pontos turísticos (Shibuya, Senso-ji, Fushimi Inari, todos lindos por um motivo)
  • Comi MUITO bem (incluindo McDonald’s japonês, que é diferente do brasileiro!)
  • Não fiquei frustrado por “não conseguir falar com locais”

A lição: Você não precisa “ser local” pra ter uma experiência incrível. Seja um TURISTA INFORMADO. Tem locais que te respeitam por ter feito a lição de casa, mesmo que você não fale japonês.

Estratégia #9: Roupas tecnológicas para otimizar a mala

Essa é uma das estratégias que pouca gente usa. Em vez de levar mala maior ou usar lavanderia, eu levei roupas de tecido tecnológico (no meu caso, peças da marca Insider).

Como funciona:

Roupas tecnológicas (poliéster com tratamento especial, microfibra, tecidos antibacterianos e de secagem rápida) têm várias vantagens:

Pesam MUITO menos que algodão tradicional. Uma camiseta tecnológica pesa metade de uma camiseta de algodão equivalente.

Ocupam menos espaço. São finas, comprimíveis. Uma calça tecnológica enrolada cabe num punho fechado.

Secam rápido. Se você lava na pia do hotel à noite, está seca pela manhã. Não precisa de lavanderia.

Não amassam. Você dobra de qualquer jeito e a roupa fica apresentável.

Antibacterianas: algumas peças (como as da Insider) têm tratamento antiodor — você pode usar por mais tempo sem precisar lavar.

Resistem mais. 21 dias de uso constante e a roupa sai como nova.

Esse tipo de roupa otimizou MUITO meu espaço na mala. Levei tudo numa mala de cabine, sem precisar despachar bagagem (economia de R$ 200-400 na passagem). E não precisei usar lavanderia nenhuma vez lavava na pia do hotel quando necessário, e estava pronto pra usar no dia seguinte.

Marcas que recomendo pesquisar: Insider (a que eu uso e recomendo, brasileira), além de outras marcas como Lupo Sport, Olympikus, Asics, e marcas internacionais como Uniqlo (Airism), Patagonia, Icebreaker.

O resultado: Mala leve, sem precisar de lavanderia, sem precisar de roupas extras pesadas. Recomendo TODO viajante a investir em pelo menos algumas peças tecnológicas.

Estratégia #10: Documento compartilhado com o grupo

Eu sou meio “dev” em tudo que faço. Antes da viagem, criei um documento compartilhado com os amigos (a versão online da planilha mencionada na estratégia 7) que continha:

  • Roteiro dia a dia
  • Endereços dos hotéis com links do Google Maps
  • Contatos de emergência
  • Lista de “must-do” e “nice-to-have” por cidade
  • Orçamento estimado
  • Lista de compras prevista
  • Cardápios de restaurantes pré-pesquisados (com prints)
  • Senha do Wi-Fi de cada hotel
  • Códigos QR de bilhetes comprados

Por que isso ajudou tanto:

  • Todos do grupo estavam na mesma página
  • Não dependia da memória ou de “achar no Google Maps”
  • Em momentos de cansaço, era só consultar o documento
  • Tinha tudo offline (baixei a versão PDF antes da viagem) + cópia impressa

O que eu MAIS gostei

Olhando hoje, em 2026, depois de várias viagens internacionais, essas foram as melhores partes daquela primeira experiência no Japão:

A duração (21+ dias). Em vez de “cruzar checkpoints” como em viagens de 10 dias, eu pude respirar no Japão. Voltar em lugares que gostei. Descobrir bairros que não estavam no roteiro.

A cultura nerd. Akihabara, Nakano, cafés temáticos, lojas de figures, lojas de mangás. Era uma viagem que eu sonhei a vida inteira, e pude viver TUDO.

A comida. Ramen, sushi de esteira, tonkatsu, gyudon, takoyaki. O Japão é simplesmente uma das melhores experiências gastronômicas do mundo.

A organização do país. Trens chegando no minuto exato. Cidades limpíssimas. Banheiros impecáveis em qualquer lugar. Você se sente respeitado o tempo todo.

O que eu faria DIFERENTE hoje (poucos ajustes)

Apesar de tudo ter dado certo, ainda existem coisas que faria diferente:

⚠️ Filmar mais. Eu tirei muitas fotos mas filmei pouco. Hoje, com o canal do YouTube, percebo que material de vídeo daria muito mais conteúdo.

⚠️ Visitar Okinawa. Não fui nessa viagem. Hoje sei que Okinawa é o lado tropical do Japão que ninguém mostra, e adicionar 4-5 dias lá teria sido incrível.

⚠️ Provar mais comidas estranhas. Eu fui meio “padrão” — ramen, sushi, tonkatsu. Hoje, com mais maturidade gastronômica, experimentaria mais coisas inusitadas.

⚠️ Usar eSIM em vez de chip físico. Em 2023 não era opção pelo meu celular. Hoje sim — mais prático, sem precisar trocar chip.

Vale a pena ir ao Japão em 2026?

Sim. Mil vezes sim. Mesmo com as mudanças (passagens mais caras, JR Pass mais caro, taxa de embarque triplicada, tax-free virando reembolso), o Japão continua sendo o destino mais incrível que eu já visitei.

Para 2026, eu organizo as recomendações em 3 categorias:

Antes de embarcar:

Durante a viagem:

  • Mantenha um documento compartilhado (Google Docs + impresso)
  • Aproveite o tax-free de forma estratégica
  • Otimize o TIMING do JR Pass se for de longa duração
  • Visite Akihabara várias vezes, não só uma

Posts essenciais do blog:

A primeira viagem ao Japão é uma experiência única. Com planejamento certo (como o que descrevi neste post), você vai economizar dinheiro, evitar dores de cabeça, e aproveitar 100% do que o Japão tem a oferecer.

Boa viagem! 🇯🇵


Esse post é a experiência pessoal de planejamento da viagem de 2023. Os valores citados eram da época. Para preços atualizados de 2026, consulte os outros posts do blog.

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